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	<title>marcos nahr, falando sobre design &#187; linkedin</title>
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	<description>falando sobre design, tecnologia e o mundo web</description>
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		<title>Lançando novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 19:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A adoção de novas tecnologias ou ferramentas é análoga ao estabelecimento de uma nova fronteira. Ao se descobrir uma nova fronteira, uma seqüência de personagens com perfis diferentes se aventuram neste novo território. A sequência em que esta incursão acontece é sempre a mesma: EXPLORADORES As primeiras pessoas a chegarem são os exploradores. Eles são altamente motivados e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>A adoção de novas tecnologias ou ferramentas é análoga ao estabelecimento de uma nova fronteira.</h3>
<p>Ao se descobrir uma nova fronteira, uma seqüência de personagens com perfis diferentes se aventuram neste novo território. A sequência em que esta incursão acontece é sempre a mesma:</p>
<p><strong>EXPLORADORES</strong><br />
As primeiras pessoas a chegarem são os exploradores. Eles são altamente motivados e não tem medo algum das novas tecnologias. Para eles tecnologia (qualquer que seja) sempre será sinônimo de liberdade e eficiência. São aqueles que fazem a tecnologia trabalhar para eles.</p>
<p><strong>PIONEIROS</strong><br />
Os seguintes são os pioneiros, que desejam os benefícios desta nova terra, mas são mais práticos e lógicos à respeito das dificuldades e perigos inerentes a esta experiência.</p>
<p>Logo após aparecem dois grupos.</p>
<p><strong>CÉTICOS</strong><br />
Estes precisam ser convencidos dos benefícios desta nova fronteira.</p>
<p><strong>PARANÓICOS</strong><br />
Estes já estão convencidos, mas são extremamente preocupados com os riscos de se viver neste novo conceito.</p>
<p><strong>RETARDATÁRIOS</strong><br />
Este último grupo pode nunca chegar a vir, a menos que seja forçado a isto como na hipótese de o lugar onde estão deixar de existir.</p>
<p>Falando mais especificamente em termos de adoção de novas aplicações ou tecnologias, podemos identificar diferentes estratégias e táticas para atingir cada um destes diferentes segmentos de usuários.</p>
<blockquote><p>As empresas podem e devem acontrolar ao máximo os estágios de crescimento de adoção de novas tecnologias, antevendo e reagindo às necessidades específicas de cada um dos segmentos de consumidores</p></blockquote>
<p><strong>Estágio de Adoção Precoce<br />
</strong>O segmento dominante nesta etapa é o EXPLORADOR. Neste estágio o tema dominante na comunicação com o público alvo deve ter um caráter inovador.</p>
<p>Este segmento de usuários aumentam as vendas apenas a curto prazo, mas o seu verdadeiro valor está na transformação deles em missionários (ou evagnelistas, termo da moda) da nova tecnologia.</p>
<p><strong>Estágio de Crescimento em Aceleração</strong><br />
O segmento dominante aqui é o PIONEIRO. Neste estágio o tema principal precisa ser o foco total no cliente. Isto se deve pelo simples fato de que este tipo de usuário realmente precisa do produto. Neste sentido não basta que o novo produto ou tecnologia funcionem bem, é preciso tranquilizar o usuário de que tudo está bem constantemente.</p>
<p>Os pioneiros constituem um dos segmentos mais críticos para o sucesso ou não do produto. Uma nova tecnologia pode ser altamente bem sucedida entre o grupo de elite dos exploradores, mas pode fracassar enquanto ainda é um produto de nicho. Os pioneiros precisam ser acrescentados à lista de usuários para que a nova tecnologia atinja a sua massa crítica.</p>
<p><em>Dica</em>: pesquisas de usabilidade com clientes exploradores tente a ter melhores resultados, já com os pioneiros as falhas e incoerências do projeto tendem a aparecer.</p>
<p><strong>Estágio de Crescimento Máximo</strong><br />
Os segmentos envolvidos nesta etapa são os Céticos e os Paranóicos. Neste estágio devem ser enfatizados os benefícios especiais do produto ou tecnologia. Usuários se baseiam fortemente na segurança e na confiabilidade.</p>
<p>No seu ponto máximo de crescimento, uma tecnologia possui vários temas dominantes. Novos clientes em potencial precisam ser convencidos dos méritos da nova tecnologia pois os céticos, apesar de sentirem-se à vontade com a tecnologia, tendem a esperar mais para adotá-la.</p>
<p>Os céticos podem ser conquistados ao se destacar os benefícios especiais da nova tecnologia.</p>
<p>Os Paranóicos apresentam em geral adoção tardia de novas tecnologias por não ser muito suscetíveis à troca de tecnologias e por possuirem barreiras perceptivas de desconforto e insegurança em relação a estas trocas.</p>
<p>As empresas podem e devem acontrolar ao máximo os estágios de crescimento de adoção de novas tecnologias, antevendo e reagindo às necessidades específicas de cada um dos segmentos de consumidores.</p>
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		<title>We must have a “stop-doing” list to accompany our to-do list</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 13:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>

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		<description><![CDATA[Sounds simple, but few do it.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>When Fortune named Apple “America’s Most Admired Company” as well as “Most  Admired for Innovation,” honors owing largely to the success of the iPhone,  Steve Jobs revealed that a “stop-doing” strategy figured centrally into Apple’s  approach.</h3>
<p>What he said was: “We tend to focus much more. People think focus  means saying yes to the thing you’ve got to focus on. But that’s not what it  means at all. It means saying no to the hundred other good ideas that there are.  You have to pick carefully. I’m actually as proud of many of the things we  haven’t done as the things we have done.”That’s the mindset.</p>
<p>And step one? <strong>Create a solid stop-doing list</strong>.</p>
<blockquote><p>you absolutely must have a “stop-doing” list to accompany your to-do list</p></blockquote>
<p>Sounds simple, but few do it.  Guru Jim Collins says you absolutely must have a “stop-doing” list to accompany  your to-do list. As a practical matter, he advises developing a strong  discipline around first giving careful thought to prioritizing goals and  objectives, and then eliminating the bottom 20 percent of the list. If as CEO  you do that, and demand that everyone do that, including designers and engineers  with respect to the stuff they’re building, your ugly crap quotient goes way  down.</p>
<address>*Matthew E. May is the author of <em><a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&amp;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2FPursuit-Elegance-Ideas-Something-Missing%2Fdp%2F0385526490%3Fie%3DUTF8%26qid%3D1242361415%26sr%3D1-1&amp;tag=guykawasakico-20&amp;linkCode=ur2&amp;camp=1789&amp;creative=9325">In  Pursuit of Elegance: Why the Best Ideas Have Something Missing</a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=guykawasakico-20&amp;l=ur2&amp;o=1" border="0" alt="" width="1" height="1" /></em> and the ChangeThis manifesto called <a href="http://www.changethis.com/58.01.CreativeElegance">Creative Elegance</a>.  He spent nearly a decade as a close adviser to Toyota and works with creative  teams and senior leaders at a number of top <em>Fortune</em> companies.</address>
<address></address>
<address>This text is from an <a title="In Pursuit of Elegance: 12 Indispensable Tips" href="http://blogs.openforum.com/2009/05/18/in-pursuit-of-elegance-12-indispensable-tips/" target="_blank">interview</a> with <strong style="font-weight: bold;">Matthew E. May</strong>*</p>
</address>
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		<title>Five Questions for Tim Brown</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 20:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[IDEO]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Brown]]></category>

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		<description><![CDATA[Tim Brown, CEO da IDEO, responde a 5 perguntas sobre design e fala sobre o conceito de Design Thinking.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>design thinking</h3>
<p><a title="Design Thinking by Tim Brown" href="http://designthinking.ideo.com/" target="_blank">Tim Brown</a> é o CEO da <a title="Ideo - Global Design Consultancy" href="http://ideo.com/" target="_blank">IDEO</a>, umas das mais reputadas empresas de design de produtos, serviços e experiências com provas de sucesso no mercado.</p>
<p>Neste vídeo da <a title="BusinessWeek" href="http://www.businessweek.com" target="_blank">BusinessWeek</a>, Tim responde a cinco perguntas sobre design selecionadas entre centenas de perguntas que foram recebidas pela editora de inovação e design da revista.</p>
<p><code><iframe src='http://feedroom.businessweek.com/linking/index.jsp?skin=twoclip&#038;fr_story=aed88aecbbc3812653938a1d99e5beade27953b3&#038;rf=ev&#038;hl=true' width=302 height=262 scrolling='no' frameborder=0 marginwidth=0 marginheight=0></iframe></code></p>
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		<title>O computador vai desaparecer</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 17:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[computador]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Algum tempo atrás pude assistir a uma palestra muito boa e até certo ponto visionária do Michel Lent Schwartzman. Em sua palestra Michel Lent falava sobre algo novo e assustador para todos da platéia, composta em sua maioria por pessoas do mundo do design para a web. Ele falava sobre o fim da web, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Algum tempo atrás pude assistir a uma palestra muito boa e até certo ponto visionária do <a onclick="javascript:urchinTracker('/outbound/webinsider.uol.com.br');" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/michel-lent-schwartzman">Michel Lent Schwartzman</a>.</h3>
<p>Em sua palestra Michel Lent falava sobre algo novo e assustador para todos da platéia, composta em sua maioria por pessoas do mundo do design para a web. Ele falava sobre o fim da web, ou o fim da web como é conhecida hoje em dia.</p>
<p>Sem dúvida aquilo me assustou de início, mas além de me assustar me deixou intrigado o que me fez pesquisar mais a respeito. <span id="more-508"></span>Depois de ler muito, cheguei a uma conclusão que por si só poderia ser mais assustadora ainda.</p>
<p>Acabei descobrindo que a coisa toda é muito mais séria e vai mais longe do que imaginava. Hoje tenho a convicção de que não só a web, mas também os computadores e a própria tecnologia podem e devem desaparecer do nosso mundo!</p>
<p>Mas, por incrível que pareça, esta afirmação tão profética quanto a famosa frase “o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão” de Antônio Conselheiro, não saiu da cabeça de nenhum lunático prevendo o final dos tempos.</p>
<p>Lendo um texto de Mark Weiser (1952 – 1999), chief technologist da Xerox, descobri que ele era um dos que já antevia o futuro da tecnologia (e com ela do computador e da própria web) dentro deste novo paradigma:</p>
<blockquote><p>“As tecnologias mais profundas e duradouras são aquelas que desaparecem. Elas se mesclam entre o tecido da vida cotidiana até tornarem-se indissociáveis do mesmo”</p></blockquote>
<p>Parece um paradoxo, mas em breve esta será a realidade: a velocidade com que o computador como o conhecemos hoje desaparece será a mesma com a qual a tecnologia da informação irá envolver tudo que nos cerca e irá determinar ainda mais o modo como vivemos.</p>
<p>Antes que você comece a se alarmar, deixe que eu esclareça uma coisa.</p>
<p>Não estamos prestes a entrar numa era das trevas. Na verdade o computador, a web e a tecnologia não irão desaparecer. O que vai acontecer na realidade é que eles irão se tornar tão imperceptíveis aos seus usuários que será como se tivessem deixado de existir.</p>
<p>Estes três farão parte das nossas vidas assim como o ar que respiramos. Ninguém precisa saber separar o oxigênio dos outros gases para respirar, fazemos isto de uma forma imperceptível, a tal ponto que até nos esquecemos que estamos fazendo.</p>
<p>Esta característica nos força necessariamente a uma revisão da interação entre homem e tecnologia que temos hoje e cria a possibilidade e responsabilidade de imaginarmos e trabalharmos um design muito mais focado na experiência do usuário.</p>
<p>É para este novo cenário que os web designers, ou melhor, interface designers, devem se preparar.</p>
<p>Teremos necessariamente que começar a projetar este design baseado na experiência do usuário levando em conta todos os aspectos da percepção humana. Para percepções diretas teremos de usar os sentidos da visão, audição, toque, cheiro, assim como o equilíbrio. Já as experiências indiretas podem ser mais complexas, nelas nós distinguimos diferenças entre coisas “invisíveis” como experiências sociais.</p>
<p>O design baseado em experiências não se baseia apenas nos objetos, mas em um conjunto que envolve as pessoas, objetos, situações e as relações entre eles.</p>
<p>O computador, a web e a tecnologia vão desaparecer sim, mas se nós soubermos nos adaptar a esta nova realidade, nós não corremos o risco de sumirmos do mapa!</p>
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