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	<title>marcos nahr, falando sobre design &#187; interface</title>
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	<description>falando sobre design, tecnologia e o mundo web</description>
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		<title>O grid limita a criação?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 02:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[grid]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[layout]]></category>

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		<description><![CDATA[O grid não limita, pelo contrário, ele sustenta o processo criativo. Mas para que isso aconteça, precisamos entender o grid como uma ferramenta e não como uma regra rígida. O grid nada mais é do que uma série de linhas que irão estruturar as fundações do layout com o objetivo de facilitar a vida do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>O grid não limita, pelo contrário, ele sustenta o processo criativo.</h2>
<p>Mas para que isso aconteça, precisamos entender o grid como uma ferramenta e não como uma regra rígida.</p>
<p>O grid nada mais é do que uma série de linhas que irão estruturar as fundações do layout com o objetivo de facilitar a vida do designer no momento de decidir a melhor localização dos elementos construtivos da interface.<span id="more-150"></span></p>
<p>O design baseado em grids pode ser bastante útil na criação de layouts fáceis de se entender e visualmente atrativos. É útil na geração de estruturas e formas que reduzam os erros durante a interação proporcionando uma visualização mais suave, sem perder a orientação.</p>
<p>A grande questão não está em utilizar ou não do grid, mas em como utilizá-lo.</p>
<p>Se analisarmos uma página de jornal, por exemplo, vamos notar que uma coluna geralmente não corre a página de cima abaixo. O que se faz é alternar diferentes distribuições de colunas a cada linha. Os grandes jornais não se parecem nada com grids. Aplique esta regra ao seu layout!</p>
<p>Um layout baseado em grid não precisa ter linhas ou colunas visíveis. A boa utilização do grid inclui variações no grid, deslocamentos para dentro e fora das colunas e linhas, quebras no grid em momentos estratégicos e, principalmente, a boa utilização do grid implica em não deixá-lo visível aos usuários.</p>
</div>
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		<title>Design e Emoção</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/design-e-emocao/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 18:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[estética]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[interação]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>

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		<description><![CDATA[Os nossos sentimentos tem uma enorme influência sobre a nossa percepção e muitas vezes são responsáveis por moldar o nosso pensamento. A emoção é um item de diferenciação muito forte na experiência do usuário pelo fato de disparar respostas inconscientes em relação a produtos, websites, ambientes e interfaces em geral. O ideal é uma visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span lang="PT-BR"><span style="font-weight: normal;">Os nossos sentimentos tem uma enorme influência sobre a nossa percepção e muitas vezes são responsáveis por moldar o nosso pensamento. </span></span></h2>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">A emoção é um item de diferenciação muito forte na experiência do usuário pelo fato de disparar respostas inconscientes em relação a produtos, websites, ambientes e interfaces em geral.</span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">O ideal é uma visão integrada entre emoção e cognição</span></p>
</blockquote>
<p><span lang="PT-BR">Emoção aplicada ao design significa minimizar reações de frustração, indiferença, raiva e confusão que são normalmente relacionadas a uma usabilidade ruim. </span><span lang="PT-BR">Não é nada recomendável, do ponto de vista do design, separar emoção das funções cognitivas ou da pesquisa. O ideal é uma visão integrada entre emoção e cognição aplicada ao <em>interaction design</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Questões para se considerar:</span></p>
<ul>
<li><span lang="PT-BR"> </span><span lang="PT-BR">Crie uma interface que seja bonita (fator estético) e que faça o usuário se sentir bem (fator social) além de ser “usável”;</span></li>
<li><span lang="PT-BR">Só porque as emoções não parecem algo que possa ser quantificado, não significa que não sejam;</span></li>
<li><em><span lang="PT-BR">Emotion Design</span></em> é muito importante! Os consumidores baseiam suas decisões em grande parte nos sentimentos, percepções, valores e reflexões e não apenas em aspectos lógicos e racionais.</li>
</ul>
<p>Para saber mais sobre este assunto, visite os sites: <a title="The Design and Emotion Society" href="http://www.designandemotion.org/" target="_blank"></a></p>
<p><a title="The Design and Emotion Society" href="http://www.designandemotion.org/" target="_blank"><strong>Design and Emotion</strong></a></p>
<p><a title="Design &amp; Emotion" href="http://www.design-emotion.com/" target="_blank"><strong>Design &amp; Emotion</strong></a></p>
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		<title>The biological GPS</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/the-biological-gps/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/the-biological-gps/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 14:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[english]]></category>
		<category><![CDATA[cognitive system]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[navigation]]></category>
		<category><![CDATA[strategy]]></category>

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		<description><![CDATA[We use basic strategies to guide us in space… and we do the same when navigating websites. When it comes to navigation performance, there are many theories stating what is right and what is wrong. But before we make any decisions regarding navigation performance in digital interfaces, it is important to understand how our brain works when the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>We use basic strategies to guide us in space… and we do the same when navigating websites.</h2>
<p>When it comes to navigation performance, there are many theories stating what is right and what is wrong. But before we make any decisions regarding navigation performance in digital interfaces, it is important to understand how our brain works when the issue at hand is spatial localization.</p>
<blockquote><p>We have a complex cognitive system which employs 3 basic strategies to guide us in space</p></blockquote>
<p>Human beings possess the ability to situate themselves in space. It works like a biological positioning device – a GPS (Global Positioning System) – except it features a capital advantage: our ability does not stop working in case part of the direction system fails because of the several tasks it performs.</p>
<p>We possess a complex cognitive system which employs three basic strategies to guide us in space: orientation, trajectory integration and course follow-up. They may be used at the same time or not.</p>
<h3>Orientation</h3>
<p>“<em>Look over there. Do you see that gray building with blue windows? Go that way; the Post Office is on the ground floor</em>”. According to neurologists, “<strong>orientation</strong>” is the strategy people use to guide themselves via an easily noticeable point of reference.</p>
<h3>Trajectory Integration</h3>
<p>“<em>Do you remember how you got here? Then go back to the bakery and turn right. Walk two blocks to the Post Office</em>”. In the strategy called “<strong>trajectory integration</strong>”, the brain recreates individual stretches of the way in a cumulative progress report which takes into consideration the recollection of our own movements.</p>
<p>In trajectory integration, the cognitive memory is the one utilized the least. It deals only with some general instructions and with the so-called direction vector. Trajectory integration works because it is based primarily on the knowledge of the movement’s general direction.</p>
<h3>Course Follow-up</h3>
<p>“<em>Go ahead on Bourbon Street; turn left on Toulouse, then right on Chartres and walk up to the middle of the block</em>”. This strategy, called “<strong>course follow-up</strong>”, employs references such as names of streets and buildings, besides instructions on how to get to in-between points.</p>
<p>It is much more accurate than orientation or trajectory integration, but in course follow-up, any detail you forget might give you problems in getting to your destination. All the points of reference and midway directions must be remembered. It is the most thorough system and, therefore, the most reliable, but it may fail due to ordinary memory lapses. Course follow-up is usually a challenge to the brain.</p>
<blockquote><p>As you move along a graphic interface, your the brain gathers information in order to determine the route taken.</p></blockquote>
<p>Our cognitive system’s three basic strategies above are also put to use in virtual environments. As you move along (navigate) a website or graphic interface, the brain gathers information on such environment – colors, shapes, sounds, lighting, movements, sensations of time going by, etc. – in order to determine the route taken.</p>
<p>The part of our brain controlling direction is called by neurobiologists “cognitive map”. That map is essentially metaphorical, and looks more like a hierarchical frame of connections, in which positions and distances are relative, than like an actual map. That is so because we tend to memorize only what is necessary.</p>
<p>The cognitive maps we use are similar to a graph, a set of dots and connections – much like a subway map. The dots represent the several references, and the connections between them correspond to the actions that take us from one point to the next. Like a subway map, accurate distances and precise angles are unnecessary. Our mental map provides only the approximate proportions between individual stretches and directions, and displays the dots according to the connection between them.</p>
<p>For a website’s good navigation performance, it is essential to provide several forms of localization – navigation bars, menus, breadcrumbs, site maps, descriptive links, and so on – and let the users themselves choose which strategy to use when creating their mental maps.</p>
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		<title>O GPS biológico</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/o-gps-biologico/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 12:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[navegação]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Usamos estratégias básicas para nos orientar no espaço… e nos sites. Quando o assunto é navegabilidade, existem muitas teorias sobre o que é certo e o que é errado. Mas antes de tomarmos decisões relativas à navegabilidade em interfaces digitais é importante entender como nosso cérebro funciona quando o assunto é localização espacial. O ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Usamos estratégias básicas para nos orientar no espaço… e nos sites.</strong></h3>
<p>Quando o assunto é navegabilidade, existem muitas teorias sobre o que é certo e o que é errado. Mas antes de tomarmos decisões relativas à navegabilidade em interfaces digitais é importante entender como nosso cérebro funciona quando o assunto é localização espacial.</p>
<p>O ser humano possui a habilidade de se situar no espaço. Ela funciona como um localizador biológico ? um GPS (Global Positioning System) ? mas com uma vantagem fundamental: nossa habilidade não deixa de funcionar caso parte do sistema de direcionamento falhe, por trabalhar de maneiras variadas.</p>
<p>Nós possuímos um complexo sistema cognitivo que utiliza três estratégias básicas para nos orientar no espaço: orientação, integração do trajeto e acompanhamento de rota. Elas podem ser usadas ao mesmo tempo ou não.</p>
<blockquote><p>Nós possuímos um complexo sistema cognitivo com estratégias básicas para nos orientar no espaço.</p></blockquote>
<p>?Olhe para lá. Você vê aquele prédio cinza com janelas azuis? Siga naquela direção, o Correio fica no térreo?. Segundo os neurologistas, ?orientação? é a estratégia onde uma pessoa se guia por um ponto de referência chamativo.</p>
<p>?Por onde você se lembra de ter passado? Então volte até a padaria e depois dobre à direita. Ande dois quarteirões até o Correio.? Na estratégia chamada ?integração do trajeto?, o cérebro recompõe os trechos individuais do caminho em um relato de progresso cumulativo que leva em conta a lembrança dos nossos próprios movimentos.</p>
<p>Na integração do trajeto a memória cognitiva é menos solicitada. Ela lida com apenas algumas instruções gerais e com o chamado vetor de direcionamento. A integração do trajeto funciona porque se baseia fundamentalmente no conhecimento da direção geral de movimento.</p>
<p>?Siga em frente pela Alameda Santos, vire à esquerda na Rua Peixoto Gomide, então à direita na Avenida Paulista e vá até o meio do quarteirão.? Esta estratégia, chamada de ?acompanhamento de rota?, usa referências como prédios e nomes de ruas, além de instruções para atingir pontos intermediários.</p>
<p>É muito mais precisa que a orientação ou a integração do trajeto, mas no acompanhamento de rota qualquer detalhe que você esqueça pode fazer com que você tenha problemas para chegar ao seu destino. É preciso manter em mente todos os pontos de referência e direções intermediárias. É o modo mais detalhado e, por isto, o mais confiável, mas pode falhar em decorrência de lapsos de memória rotineiros. O acompanhamento de rota realmente desafia o cérebro.</p>
<p>Estas três estratégias básicas do nosso sistema cognitivo também são utilizadas em ambientes virtuais. À medida que você se movimenta (navega) por um website ou interface gráfica, o cérebro coleta informações sobre este ambiente ? cores, formas, sons, luminosidade, movimentos, sensação de passagem do tempo, etc ? para determinar o caminho percorrido.</p>
<p>A parte de nosso cérebro que controla o direcionamento é chamada por neurobiólogos de ?mapa cognitivo?. Mas este mapa é basicamente metafórico e se parece mais com uma estrutura hierárquica de relações, onde as posições e distâncias são relativas, do que com um mapa de verdade. Isto porque temos a tendência de memorizar apenas o que é necessário.</p>
<p>Os mapas cognitivos que usamos são parecidos com um gráfico, um conjunto de pontos e conexões ? como um mapa de linhas de metrô. Os pontos representam as diferentes referências e as linhas entre eles correspondem a ações que nos levam de um ponto ao seguinte. Como em um mapa de metrô, as distâncias exatas e os ângulos precisos são desnecessários. O nosso mapa mental faz apenas uma aproximação das proporções entre trechos individuais e das direções e mostra os pontos de acordo com a relação entre eles.</p>
<p>Para a boa navegabilidade de um website o fundamental é ter disponíveis várias formas de localização ? barras de navegação, menus, breadcrumbs, mapa do site, links descritivos, etc – e deixar que o próprio usuário escolha a estratégia que irá usar quando criar seu mapa mental.</p>
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