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	<title>marcos nahr, falando sobre design &#187; curso</title>
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	<description>falando sobre design, tecnologia e o mundo web</description>
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		<title>Arquitetura de informação</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[perestroika]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Rosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Últimas vagas para o curso de Arquitetura de Informação da Perestroika com Renato Rosa. Aproveite!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveite as <a title="curso de Arquitetura da informação" href="http://www.perestroika.com.br/cursos/ai-arquitetura-de-informacao/" target="_blank">últimas vagas</a> para o curso da Perestroika com <a title="RR/Design de Experiência" href="http://www.renatorosa.com.br" target="_blank">Renato Rosa</a></p>
<h3>AI — Arquitetura de informação</h3>
<p>Manipulamos milhares de informações em nossas vidas diariamente. Na internet,  a organização dessas informações pode transformá-las em conhecimento. Fazer com  que alguém encontre o que procura, em um ambiente interativo é, muitas vezes, a  diferença entre vender ou não. É a diferença entre conhecimento e simples  informação.</p>
<p>A ciência de classificar essas informações, organizá-las, nomeá-las e  promover o acesso fácil a todo esse conhecimento é chamado de Arquitetura de  Informação. Nesse curso, você aprenderá mais que isso. Com foco em usabilidade e  user experience, esse curso foi estruturado para você saber mais do que  arquitetura de informação, mas como pode projetar soluções cognitivamente  adequadas ao cliente do seu website.</p>
<h3>- Coordenador</h3>
<p><strong>Renato Rosa<br />
Gestor da RR/Design de Experiência.</strong><br />
Possui  mais de 10 anos de experiência em mídias digitais e interativas, sendo o  idealizador do Núcleo de Projeto de Interfaces da AG2. Trabalhou na Globo.com  como arquiteto de informação do Portal G1. Presidente do júri por mais de 3 anos  consecutivos do Prêmio Internet Corporativa — organizado pela AGADi — Associação  Gaúcha das Agências Digitais, jurado das edições do WIF e coordenador de júri do  Salão ARP da Comunicação 2008. Coordenador de internet da APDesign, gerente de  internet da BOX1824 e gestor da RR/Design de Experiência, trabalha diretamente  com UX e AI para clientes como Unisinos, AG2, Grupo RBS, Terra, entre  outros.</p>
<h3>- Conteúdos Abordados</h3>
<p><strong>Definição de AI</strong><br />
• Definição de arquitetura de  informação;<br />
• Aplicação mercadológica e profissional de AI;<br />
• Sistemas de  organização de classes, localização e semântica.</p>
<p><strong>Contextualização</strong><br />
• Princípios da AI para sistemas  interativos;<br />
• Heurísticas, vocabulários, meta-dados, busca e  encontrabilidade;<br />
• Vocabulários e taxonomia;<br />
• Metas de usabilidade e  metas de experiência;<br />
• Aplicação de case.</p>
<p><strong>Compreendendo o usuário</strong><br />
• Espaço e o problema, modelos  conceituais baseados em atividades e objetos, metáforas e modelo mental;<br />
•  Informação interativa, convergência e design;<br />
• Cognição externa, mecanismos  de diálogo e colaboração;<br />
• Atividade prática.</p>
<p><strong>Aplicação em ambientes digitais</strong><br />
• Introdução à User  Experience;<br />
• Estruturas de interfaces, zonas de interação, componente,  elemento, interface e categorização de áreas físicas e interativas;<br />
• Flows,  site map, vocabulário de AI, wireframes, componentização, colaboração e  comunicação e processamento de informações.</p>
<p><strong>Design centrado no usuário</strong><br />
• Requisitos, identificando  usuários, coleta de dados, interpretação, análise e descrição de roteiros;<br />
•  Métodos para análise hierárquica de tarefas (AHT) e construção de  protótipos;<br />
• Abordagens centradas no usuário e design contextual;<br />
•  ROI.</p>
<p><strong>AI em portais de conteúdo </strong><br />
• Criação de interfaces  editoriais;<br />
• Homes híbridas, avaliação de cases;<br />
• Experiência de uso  para conteúdos colaborativos;<br />
• Variações editoriais e highlights  jornalísticos;<br />
• Case G1.</p>
<p><strong>SEO</strong><br />
• Definição de SEO;<br />
• Estratégias de SEO;<br />
•  Truques e ações mal-intencionadas;<br />
• Método Google;<br />
• SERP.</p>
<p><strong>Finalmentes</strong><br />
• Questões éticas;<br />
• Pesquisa em  comportamento do usuário;<br />
• Metodologia de desenvolvimento;<br />
• Case  RR/Design de Experiência.</p>
<h3>- Datas</h3>
<p>No total, são 10 encontros, sempre às terças e quintas, das 19:30 às  22:30.<br />
• 23.06<br />
• 25.06<br />
• 30.06<br />
• 02.07<br />
•  07.07<br />
• 09.07<br />
• 14.07<br />
• 16.07<br />
• 21.07<br />
• 23.07</p>
<h3>- Local</h3>
<p>As aulas acontecem na Perestroika: Furriel Luiz Antônio Vargas, 250/1302.</p>
<h3>- Valores</h3>
<p><strong>Valor a prazo*:</strong><br />
R$ 360,00 (matrícula) + 6x R$ 280,00.</p>
<p><strong>Valor à vista*: </strong><br />
R$ 1.836,00. (10% de desconto)</p>
<p>*Desconto de 5% para clientes da RR e membros da Comunidade Perestroika.</p>
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		<title>Processo Criativo e Projetual</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/curso-criatividade/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/curso-criatividade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 11:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[curso: Criatividade &#124; Processo criativo e projetual

Potenciamento da capacidade intelectual e criativa
Em projetos gráficos, sinalização, embalagem e artefatos.
10, 17 e 24 de janeiro de 2009
Ministrantes:
Prof Luiz Vidal Gomes, BDI, PhD.
Profa Ligia Medeiros, BDI, Dr.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Criatividade - Processo criativo e projetual</h3>
<div>Potenciamento da capacidade intelectual e criativa</div>
<div>Em projetos gráficos, sinalização, embalagem e artefatos.</div>
<div><strong>10, 17 e 24 de janeiro de 2009</strong></div>
<div>Carga horária</div>
<div>15 horas de teoria + prática (3 Módulos de 5 horas/aula)</div>
<div>das 9 às 14 três sábados.</div>
<div>Ministrantes:</div>
<div>Prof Luiz Vidal Gomes, BDI, PhD.</div>
<div>Profa Ligia Medeiros, BDI, Dr.</div>
<div>Ementa</div>
<div>Processo de criação associado ao processo de projetação; Características do profissional criativo; Técnicas de geração e avaliação de alternativas; Projeto experimental com criatividade assistida. Método tutorial de projeto.</div>
<div>Investimento</div>
<div>R$ 350,00</div>
<div>Forma de pagamento</div>
<div>depósito bancário Banco  ITAU agência 0579</div>
<div>Conta corrente 42614–9 sCHDs Editora Ltda.</div>
<div>CNPJ  04.849.324/0001–50</div>
<div>Reserva de vaga</div>
<div>Para obter maiores informações, entre em contato pelo endereço eletrônico ou schdseditora@gmail.com ou</div>
<div>editora@schds.com.br.</div>
<div>–</div>
<div>sCHDs Editora Ltda</div>
<div>Cursos, livros e clínicas sobre Desenho e Design</div>
<div>Rua Silva Jardim, 157 sala 503</div>
<div>Auxiliadora,  Porto Alegre</div>
<div>CEP 90450–071   51 32097501</div>
<div>schdseditora@gmail.com</div>
<div>editora@schds.com.br</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Educação, investimento contínuo</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/educacao-investimento-continuo/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/educacao-investimento-continuo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 03:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que a educação deve ser um investimento contínuo na carreira de um profissional?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Entrevista concedida à revista Web Design:</h3>
<p><strong>1 — Por que a educação deve ser um investimento contínuo na carreira de um profissional?</strong><br />
Ninguém sabe tudo, nem perto disto. E em um ambiente onde se trabalha com tecnologias que mudam constantemente, estudar é fundamental para o aperfeiçoamento. Outro aspecto que costumo chamar a atenção das pessoas em relação a educação é a questão do networking que se faz em qualquer curso. Quando digo que a educação é fundamental não estou falando apenas do aspecto pedagógico, mas de todo o espectro envolvido no processo.</p>
<blockquote><p>Imagine ter de escolher o que você vai fazer pelos próximos 40 anos quando você ainda tem 16, 17 anos.</p></blockquote>
<p><strong>2 — O que deve ser avaliado na hora de se escolher uma carreira e sua respectiva formação profissional? Como isso aconteceu em sua trajetória profissional?</strong><br />
Normalmente somos obrigados a fazer uma das escolhas mais importantes da vida muito cedo. Imagine ter de escolher o que você vai fazer pelos próximos 40 anos quando você ainda tem 16, 17 anos. É assustador! É complicado achar uma fórmula para se usar na hora de escolher uma carreira. Às vezes somos influenciados por um amigo ou um parente, outras vezes pelo que lemos em relação ao mercado de trabalho. Acho que o mais importante, se tivesse de dar um conselho, é fazer a escolha sem medo de errar. Muitas vezes é só iniciando o processo (educação ou estágio) que vamos descobrir que aquilo não é para nós. Foi mais ou menos como aconteceu comigo. Antes de me formar em design e descobrir minha carreira, fiz outos 2 cursos: dois anos de Engenharia Civil e 3 anos de Arquitetura e Urbanismo. Não acho que tenham sido anos disperdiçados. O profissional que sou hoje carrega todos os conhecimentos daqueles anos. O importante, no meu caso, foi que a partir do momento em que descobri realmente o que queria ser/fazer, as coisas começaram a dar certo na minha carreira, tudo passou a acontecer muito rapidamente.</p>
<p><strong>3 — O ciclo de vida profissional pode ser comparado à lógica do jogo Tetris, onde é preciso encaixar cada peça para a formação de uma base sólida e consistente que resista às mudanças apresentadas pelo mercado ao longo do tempo. Pensando nisso, quais são os cuidados na hora de programar o momento e o tipo de curso a ser realizado?<br />
</strong>Se você investe seu dinheiro em apenas um lugar corre o risco de perder tudo se este investimento não for bom. Para evitar isto uma boa orientação é ter uma carteira de investimentos variada, um pouco em renda fixa, algo em ações e por aí vai. Em termos de educação as coisas são parecidas. É importante fazer um curso específico de algum software, mas se este software deixar de ser usado o curso não vai mais valer muito. Então é interessante mesclar sua “carteira de investimento educacional”, ter com cursos mais específicos embasados por outros mais generalistas, mais teóricos.</p>
<p><strong>4 — Quais são os parâmetros que devem ser considerados na escolha de um curso (conteúdo, preço, metodologia, professores etc.), seja ele de graduação, pós-graduação, à distância, técnico ou livre?<br />
</strong>Existem vários critérios, e deles dependem o objetivo que se quer com o curso. Se o objetivo é fazer um curso que vai valorizar o seu curriculum, é interessado buscar um local de mais renome, mais conhecido no mercado. Isto por si só não significa que você vai achar sempre professores qualificados nestas instituições, mas aí entra outro aspecto da educação, que é a participação do aluno. Se o professor não for bom e você já pagou o curso, agora é tarde para desistir… Procure sugar o máximo de conhecimentos que conseguir para fazer valer a pena o valor que pagou. Pagar por um curso não significa aprender, para se tirar proveito de um curso a gente precisa de um pouco de suar da parte do aluno. Já se o objetivo é puramente crescimento pessoal, procure se informar com quem já fez o curso para ver se vale a pena, não faça perguntas do tipo: “foi legal?”, “tinha lanche?” Ao invés disto tente perceber se a pessoa que fez o curso cresceu em termos de conhecimento/capacitação após ter feito o curso.</p>
<p><strong>5 — Muitos especialistas apontam que, por melhor que seja a instituição de educação, é o aluno que vai definir o nível de conhecimento adquirido ao longo de seu aprendizado. Qual deve ser a postura adotada ao iniciar um processo de educação visando a evolução da carreira profissional?<br />
</strong>Volto a reforçar aqui que o aluno é quem define o quanto vai aprender ou não. O professor está ali porque sabe muito, mas muitas vezes não sabe passar este conhecimento ao aluno. Como quem está pagando é o aluno, deve partir dele — principalmente — a vontade de aprender. Não se contente com pouco, com a média. Tente tirar cada centímetro cúbico de conhecimento que você conseguir da cabeça do seu professor. Outro aspecto em relação ao aprendizado diz respeito ao modo como o conhecimento é gerado. Se o que foi aprendido não for posto em prática (a pedido do professor ou por vontade própria do aluno) ele acaba se perdendo e nunca vai virar conhecimento. Procure por em prática tudo que aprende, mesmo que seja para chegar a conclusão de que não funciona, mas o próprio fato de ter chegado a esta conclusão já demonstra o seu nível de crescimento intelectual.</p>
<p><strong>6 — Na edição de fevereiro de 2008, apresentamos um relato atualizado sobre o perfil do profissional de internet. Os especialistas consultados apontaram a valorização dos profissionais especialistas em determinadas áreas de conhecimento. Assim, de que maneira os cursos livres podem ajudar no complemento da formação de um profissional?<br />
</strong>Existem conhecimentos que não mudam (muito) com o passar dos anos — psicologia, semiótica, gestalt — e outros que mudam constantemente — software, linguagens de programação, tecnologias. Existem dois tipos de especialistas. Um tipo que é especialista em software/linguagens/tecnologia e o outro que é especialista em tudo isto e tem conhecimentos das teorias por trás de tudo. Quem você acha que vai se adaptar mais rapidamente caso alguma mudança tecnológica aconteça? Conheço ainda hoje especialistas em softwares e tecnologias quem ninguém mais usa. Um bom embasamento teórico sempre ajuda a uma adaptação mais rápida às mudanças.</p>
<p><strong>7 — No artigo “<a title="Vá estudar memino" href="http://www.luli.com.br/textos/artigos-revista-webdesign/wd30/" target="_blank">Vá estudar, menino!</a>”, Luli Radfahrer, professor da USP, faz uma abordagem crítica sobre a formação do profissional de internet, ressaltando que “…nesses tempos de comunicação colaborativa, as oportunidades de aprendizado estão por toda parte, em diversos formatos. Você é designer? Pois se preocupe em aprender um pouco mais sobre História da Arte, História do Design, Tipografia, Fotografia, Teoria das Cores. Se você é programador, aprenda um pouco mais sobre Planejamento de Processos, Ciência da Informação, Teorias de Linguagem, Epistemologia e Aprendizado. É isso, e não uma nova manha de Flash ou um script diferente que fará de você um profissional respeitado. É sempre bom lembrar que técnica é só técnica…”. Diante disso, você acredita que ainda exista espaço para o profissional focado apenas no aprendizado autodidata?<br />
</strong>A palavra chave aqui é “comunicação colaborativa”. Acredito no trabalho colaborativo e neste aspecto sempre teremos equipes com profissionais autodidatas. Acho que existe espaço para todos. O autodidata deve aproveitar o convívio com pessoas que já investiram mais em uma educação formal para absorver e agregar os conhecimentos delas em seus trabalhos enquanto aquele com uma formação formal pode e deve aprender a botar em prática suas idéias de maneira mais profissional com a ajuda das técnicas do autodidata.</p>
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