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	<title>marcos nahr, falando sobre design &#187; criatividade</title>
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	<description>falando sobre design, tecnologia e o mundo web</description>
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		<title>Processo Criativo e Projetual</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/curso-criatividade/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/curso-criatividade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 11:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[curso: Criatividade &#124; Processo criativo e projetual

Potenciamento da capacidade intelectual e criativa
Em projetos gráficos, sinalização, embalagem e artefatos.
10, 17 e 24 de janeiro de 2009
Ministrantes:
Prof Luiz Vidal Gomes, BDI, PhD.
Profa Ligia Medeiros, BDI, Dr.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Criatividade - Processo criativo e projetual</h3>
<div>Potenciamento da capacidade intelectual e criativa</div>
<div>Em projetos gráficos, sinalização, embalagem e artefatos.</div>
<div><strong>10, 17 e 24 de janeiro de 2009</strong></div>
<div>Carga horária</div>
<div>15 horas de teoria + prática (3 Módulos de 5 horas/aula)</div>
<div>das 9 às 14 três sábados.</div>
<div>Ministrantes:</div>
<div>Prof Luiz Vidal Gomes, BDI, PhD.</div>
<div>Profa Ligia Medeiros, BDI, Dr.</div>
<div>Ementa</div>
<div>Processo de criação associado ao processo de projetação; Características do profissional criativo; Técnicas de geração e avaliação de alternativas; Projeto experimental com criatividade assistida. Método tutorial de projeto.</div>
<div>Investimento</div>
<div>R$ 350,00</div>
<div>Forma de pagamento</div>
<div>depósito bancário Banco  ITAU agência 0579</div>
<div>Conta corrente 42614–9 sCHDs Editora Ltda.</div>
<div>CNPJ  04.849.324/0001–50</div>
<div>Reserva de vaga</div>
<div>Para obter maiores informações, entre em contato pelo endereço eletrônico ou schdseditora@gmail.com ou</div>
<div>editora@schds.com.br.</div>
<div>–</div>
<div>sCHDs Editora Ltda</div>
<div>Cursos, livros e clínicas sobre Desenho e Design</div>
<div>Rua Silva Jardim, 157 sala 503</div>
<div>Auxiliadora,  Porto Alegre</div>
<div>CEP 90450–071   51 32097501</div>
<div>schdseditora@gmail.com</div>
<div>editora@schds.com.br</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Hierarquia das Necessidades no Design</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/hierarquia-das-necessidades-no-design/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/hierarquia-das-necessidades-no-design/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 19:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[maslow]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[wud-rs]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o design ter sucesso ele deve primeiro atender as necessidades básicas das pessoas antes de tentar satisfazer necessidades de níveis mais altos. Os cinco elementos chave na hierarquia das necessidades no design são os seguintes (seguindo o padrão de Maslow) Maslow: Fisiológicas Segurança Relacionamento Estima/Status Realização pessoal Design: Funcionalidade Confiabilidade Usabilidade Proficiência Criatividade FUNCIONALIDADE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: normal;">Para o design ter sucesso ele deve primeiro atender as necessidades básicas das pessoas antes de tentar satisfazer necessidades de níveis mais altos.</span></h2>
<p>Os cinco elementos chave na hierarquia das necessidades no design são os seguintes (seguindo o padrão de Maslow)</p>
<ol><strong>Maslow</strong>:</p>
<li>Fisiológicas</li>
<li>Segurança</li>
<li>Relacionamento</li>
<li>Estima/Status</li>
<li>Realização pessoal</li>
</ol>
<ol><strong>Design</strong>:</p>
<li>Funcionalidade</li>
<li>Confiabilidade</li>
<li>Usabilidade</li>
<li>Proficiência</li>
<li>Criatividade</li>
</ol>
<p><strong>FUNCIONALIDADE</strong> (fisiologia): significa atender os requisitos mais básicos do design. Exemplo: um aparelho de DVD deve, pelo menos, ser capaz de gravar e reproduzir vídeos.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é muito baixo</span>.</p>
<p><strong>ESTABILIDADE</strong> (Segurança): significa estabelecer uma performance estável e consistente. Exemplo: um aparelho de DVD deve reproduzir vídeos com qualidade e o mecanismo (software/hardware) não deve apresentar defeitos.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é baixo</span>.</p>
<p><strong>USABILIDADE</strong> (relacionamento): significa disponibilizar uma interface simples, fácil de ser usada e que perdoe erros do usuário. Exemplo: programar um aparelho de DVD para começar a gravar um filme a uma determinada hora deve ser fácil e o sistema deve ser tolerante em relação a erros cometidos pelo usuário.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é moderado</span>.</p>
<p><strong>PROFICIÊNCIA</strong> (estima): significa disponibilizar recursos para melhorar o modo como os usuários fazem as coisas. Exemplo: um aparelho de DVD que consiga pesquisar e gravar programas baseado em palavras chave escolhidas pelo usuário.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é alto</span>.</p>
<p><strong>CRIATIVIDADE</strong> (realização pessoal): é o nível na hierarquia onde todas as necessidades foram atendidas e onde as pessoas começam a interagir com o design de formas inovadoras. O design passa a ser usado para criar e explorar áreas que estendam a experiência do usuário.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é muito alto</span>.</p>
<p>De acordo com a teoria de Maslow, as necessidades fisiológicas, as necessidades de segurança e algumas das necessidades sociais (funcionalidade, confiabilidade e usabilidade se aplicado ao design) são fatores de desmotivação. A Teoria de Maslow diz que a satisfação destas necessidades é básica; já a ausência da satisfação destas necessidades não motiva ninguém, pelo contrário, desmotiva.</p>
<p>Já as necessidades sociais, as necessidades de “status” e de estima e as necessidades de auto-realização são fortes fatores motivacionais, ou seja, na ausência dessas necessidades satisfeitas as pessoas batalham para tê-las satisfeitas, motiva as pessoas a alcançar a satisfação destas necessidades.</p>
<p>Quando se fala em design agregando valor a algum produto, serviço, interface, é preciso ter a clareza que ele terá o efeito desejado quando passar a atender os níveis mais altos da pirâmide (proficiência e criatividade). Mas até chegar a estes níveis, os primeiros devem necessariamente ser atendidos.</p>
<p>este material faz parte de minha palestra no WUD (World Usability Day, edição do Rio Grande do Sul)</p>
<p>[slideshare 166140 usabilidade-e-estilos-de-aprendizado-1195048893677797–1]</p>
<p><strong>links relacionados:</strong><br />
<a title="Dia Mundial da Usabilidade (World Usability Day) 2007 - Rio Grande do Sul" href="http://www.wud-rs.com.br" target="_blank">WUD-RS<br />
</a><a title="slides da oficina" href="http://www.slideshare.net/wudrs/usabilidade-e-estilos-de-aprendizado/" target="_blank">oficina “Usabilidade e Estilos de Aprendizagem“</a><br />
<a title="No topo da pirâmide" href="http://www.juonline.com.br/especial_materia.asp?q_CodEditoria=16&amp;q_CodMateria=6329" target="_blank">Notícia no JU</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Design para pensar vs. o excesso de informação</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 12:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>

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		<description><![CDATA[0 webdesign precisa se revitalizar para ser potencialmente criativo. Suspeito, entretanto, que (Funes) não era muito capaz de pensar. Pensar é esquecer diferenças, é generalizar, abstrair.? (Funes, o Memorioso, Ficções, Jorge Luis Borges). Recentemente, lendo um livro sobre memória me deparei com um comentário sobre o conto Funes, O Memorioso, de Jorge Luis Borges. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>0 webdesign precisa se revitalizar para ser potencialmente criativo.</h3>
<p><em>Suspeito, entretanto, que (Funes) não era muito capaz de pensar. Pensar é esquecer diferenças, é generalizar, abstrair.</em>? (Funes, o Memorioso, Ficções, Jorge Luis Borges).</p>
<p>Recentemente, lendo um livro sobre memória me deparei com um comentário sobre o conto Funes, O Memorioso, de Jorge Luis Borges.</p>
<blockquote><p>A quantidade de detalhes e o excesso de informação dos sites atuais sufocam os usuários.</p></blockquote>
<p>Neste conto Borges descreve um personagem, Irineu Funes, que a partir de um certo momento da vida passa a contar com uma memória perfeita, ou seja, tem a capacidade de lembrar absolutamente tudo. Consegue captar os pormenores de tudo que vivencia, sendo capaz de relembrar todos os detalhes, por mais insignificantes que possam parecer. Podia relembrar nos mínimos detalhes um dia inteiro de sua vida, mesmo que para isto levasse outro dia inteiro, até o último segundo.</p>
<p>No entanto o que me chamou a atenção em Funes não foi sua maravilhosa capacidade de memorizar, mas sim sua ?incapacidade de esquecer?.</p>
<p>?<em>Para pensarmos precisamos necessariamente generalizar, e para tal é necessário esquecer?.</em> (A Memória de Borges, Virgílio Fernandes Almeida).</p>
<p>Trazendo este relato para o mundo do design, nos damos conta de que a internet está cada vez mais parecida com Funes. A quantidade de detalhes e o excesso de informação dos sites atuais sufocam os usuários. A maioria dos sites atuais oprime e confunde, tornando as informações descontínuas e fragmentadas.</p>
<p>?<em>Suspeito, contudo, que (Funes) não era capaz de pensar… No mundo abarrotado de Funes não havia senão detalhes…</em>? (Funes, o Memorioso, Ficções, Jorge Luis Borges).</p>
<p>Os webdesigners precisam se dar conta de que não precisam ?mostrar tudo? para os usuários, abarrotá–los de informações e detalhes, já que estes serão esquecidos com a mesma facilidade com a qual foram percebidos.</p>
<p>?… <em>(o homem) acaba por arrastar consigo, por toda a parte, uma quantidade descomunal de pedras indigestas de saber, que ainda, ocasionalmente, roncam na barriga</em>…?<br />
(Considerações Extemporâneas, Nietzsche)</p>
<p>A memória do homem é naturalmente seletiva. Os seres humanos possuem uma capacidade incrível de ver o mundo, completamente diferente do modo com o qual Funes o fazia. Temos até a capacidade de olharmos em alguma direção e ver o que não está lá.</p>
<p>Nada se assemelha mais ao pensamento humano do que o hiperlink. Nele, contrariamente do modelo cumulativo de Funes, apenas conectamos, cruzamos, escorregamos, navegamos.</p>
<p>O webdesign precisa se revitalizar neste sentido, ser potencialmente criativo, envolto num véu de mistério, de vitalidade, de força, de ilusão necessária, de cegueira, de parcialidade.</p>
<p><strong>O webdesign precisa voltar a fazer o usuário pensar! </strong></p>
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		<title>Os caminhos da criação web no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 12:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Agadi]]></category>
		<category><![CDATA[agência digital]]></category>
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		<description><![CDATA[É possível afirmar que as agências e os profissionais de web no Brasil já trilham um caminho próprio? ou ainda seguimos as tendências internacionais? * Acredito que as grandes agências nacionais, digamos as dez principais, já seguem um caminho próprio, mas ao contrário dos profissionais de web do Brasil, ainda não descobriram o mundo. Primeiro preciso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>É possível afirmar que as agências e os profissionais de web no Brasil  já trilham um caminho próprio? ou ainda seguimos as tendências  internacionais?</h3>
<p>* Acredito que as grandes agências nacionais, digamos as dez principais, já seguem um caminho próprio, mas ao contrário dos profissionais de web do Brasil, ainda não descobriram o mundo.</p>
<p>Primeiro preciso esclarecer que por agência entendo aquelas que realmente estão no ramo digital e não agências de propaganda com um departamento de web. Essas últimas tendem ainda a fazer adaptações de produtos off-line (impressos, vídeos, etc.) para o mundo on-line. Não quero entrar no mérito desta questão, mas sem dúvida esta não é uma tendência internacional e também não é uma identidade própria a ser seguida, especialmente no que tange à qualidade, criatividade e aproveitamento da mídia internet.</p>
<blockquote><p>Acredito que as grandes agências nacionais ainda não “descobriram o mundo”</p></blockquote>
<p>Um passo importante para que as agências passem efetivamente a ter uma identidade própria, seguindo padrões de qualidade, coisa que já percebemos entre os profissionais por meio de suas comunidades virtuais, é a criação de associações preocupadas com estas mudanças e tendências. Já percebemos movimentos neste sentido em alguns lugares, como no Sul do país, onde surgiu a <a href="http://www.agadi.com.br/">AGADi</a> (Associação Gaúcha das Agências  Digitais).</p>
<p>Assim, as agências, ao invés de competir, se uniram e partiram para um processo de melhoria de qualidade, padronização, aculturação do mercado e fortalecimento da categoria. Mais uma vez, elas seguem o caminho que os profissionais já vêm traçando com suas comunidades virtuais. O Brasil vem se mostrando muito forte nesta questão, das comunidades.</p>
<p>* <em>entrevista publicada na revista <a href="http://www.arteccom.com.br/webdesign">Webdesign</a>, julho de 2006, ano 3,  nº 31</em></p>
]]></content:encoded>
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