<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>marcos nahr, falando sobre design &#187; criatividade</title>
	<atom:link href="http://www.marcosnahr.com.br/tag/criatividade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marcosnahr.com.br</link>
	<description>falando sobre design, tecnologia e o mundo web</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Jan 2012 17:10:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Inovação e liderança</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/criatividade-e-lideranca/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/criatividade-e-lideranca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 16:57:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[CEO]]></category>
		<category><![CDATA[competências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade e liderança]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[HR]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[pró-atividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosnahr.com.br/?p=1399</guid>
		<description><![CDATA[As 5 qualidades das pessoas criativas. Em recente artigo da BusinessWeek, CEOs identificaram a ‘criatividade’ como a competência relacionada à liderança mais importante para as empresas do futuro. Embora este estudo não seja nenhuma surpresa para os profissionais criativos, eles levantam uma questão importante: Como identificar — e contratar — as qualidades que se traduzem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>As 5 qualidades das pessoas criativas.</h3>
<p>Em recente artigo da BusinessWeek, CEOs identificaram a ‘criatividade’ como a competência relacionada à liderança mais importante para as empresas do futuro.</p>
<p>Embora este estudo não seja nenhuma surpresa para os profissionais criativos, eles levantam uma questão importante: Como identificar — e contratar — as qualidades que se traduzem em criatividade?</p>
<p>A noção de “criatividade” não pode ser separada das competências necessárias para a execução criativa. Portanto, a análise das características cruciais para a criatividade centra-se especialmente nas competências que facilitem o processo de colocar as idéias em ação.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>”…a análise das características cruciais para a criatividade centra-se  especialmente nas competências que facilitem o processo de colocar as  idéias em ação.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<p>Abaixo estão destacadas cinco qualidades-chave das pessoas criativas, seguidas de recomendações de como encontrar estas qualidades em potenciais candidatos, colegas de trabalho e colaboradores.</p>
<p> </p>
<h3>1. <strong>As habilidades de comunicação</strong>.</h3>
<p>Como Albert Einstein disse: “<em>Se você não consegue explicar de forma simples, você não entendeu bem o suficiente</em>.” Se você está liderando uma equipe, lidando com clientes, ou trainando um novo membro do time, a capacidade de se comunicar de forma clara e concisa é uma habilidade absolutamente essencial. Devemos todos desenvolver a capacidade para gerenciar de maneira eficaz os nossos canais de comunicação (e-mail, Twitter, Facebook, blogs, etc), para mobilizar as pessoas em torno de nossas idéias.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“<em>Se você não consegue explicar de forma simples, você não entendeu bem o suficiente</em>.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Uma maneira fácil de testar esta capacidade é propor ao candidato que  ele explique uma tarefa simples. Se você fosse contratar um  administrador de sistemas, por exemplo, você poderia perguntar algo  como: “Me explique o processo de criação de um servidor web.” Não  precisa ser uma questão difícil, o objetivo principal neste caso é obter  insights sobre a capacidade do condidato de comunicar com clareza.</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>2. <strong>Pró-atividade</strong>.</h3>
<p>Nós temos a tendência de avaliar os candidatos baseado em suas experiências anteriores. Esta é, naturalmente, a base de um currículo. A experiência de trabalho dos candidatos é realmente valiosa, mas não é suficiente. Um melhor indicador da criatividade produtiva é a própria vontade de agir, de tomar a iniciativa, de colocar uma idéia em prática.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“<em>Aqueles que tomam a iniciativa possuem tenacidade e um nível saudável de impaciência em relação à ociosidade.</em>”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Informe-se sobre exemplos de quando ou se o candidato foi pró-ativo.  Peça que ele explique como e por que começou a participar de um clube,  revista ou porque gosta de determinada série de TV ou dos filmes  listados em seu currículo. Você também pode descobrir o potencial futuro  de tomar iniciativa ao fazer perguntas como: “Se eu colocá-lo neste  cargo na empresa, hoje, o que fará de diferente?” ou “Quais aspectos  deste produto você mudaria (ou processo de vendas, ou website, etc), se  você tivesse a chance?”</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>3. <strong>Resolução de problemas</strong>.</h3>
<p>“Thinking outside of the box” nada mais é do que a resolução criativa de problemas — a habilidade de chegar a novas soluções, olhando para além das abordagens tradicionais ou óbvias. “O problema contém a solução.” Os criativos bem-sucedidos não vêem problemas como problemas — eles os vêem como oportunidades.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“O problema contém a solução.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Além de usar o clássico teste de Karl Duncker (<a title="Candle Task by Karl Duncker" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Candle_Problem" target="_blank">Candle task</a>)  para testar as habilidades de resolução de problema, existem outras   opções. Ao entrevistar candidatos para a sua equipe criativa, não se  concentre em questões de liderança! Em vez disso, faça perguntas que  enfatizam áreas menos óbvias, e ofereça uma visão que force o candidato a  pensar. Para um candidato a uma posição de Gerente Mídias Sociais, uma  boa pergunta seria: “Como você lida com um cliente enfurecido que não  vai parar de postar comentários negativos?”</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>4. <strong>Curiosidade</strong>.</h3>
<p>“Julgue um homem pelas suas perguntas, não pelas suas respostas.” disse o filósofo francês Voltaire. Como todos que já tiveram um momento “Eureka!” sabem, ousar fazer uma nova pergunta faz com que se chegue muito mais próximos da solução certa. Além do mais, um elevado nível de curiosidade normalmente é indicativo de outras boas qualidades, tais como a criatividade, desenvoltura e coragem. A curiosidade também tende a afastar o tédio e apatia — sentimentos estes que envenenam todo o esforço criativo.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“Julgue um homem pelas suas perguntas, não pelas suas respostas</strong><strong>.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'> Ao entrevistar um potencial candidato, observe quantas perguntas  espontâneas ele faz, e o quanto ele já aprendeu sobre a sua empresa.  Você também pode fazer perguntas simples como: “Me fale sobre algo fora  de sua área de especialização que você aprendeu recentemente.” Ou “Qual  foi o último livro que você leu, e por quê?”</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>5. <strong>Assumir riscos</strong>.</h3>
<p>Estar aberto a correr riscos (e, portanto, a falhar) é crucial. Só podemos realmente aprender e nos desenvolver quando formos colocados fora de nossas zonas de conforto. De acordo com a coreógrafa Twyla Tharp, “Se você só faz o que sabe e faz isso muito, muito bem, as chances são de que não vai falhar. Você vai estagnar, e seu trabalho vai ficar cada vez menos interessante, e isso é fracasso pela erosão. ” Para o inventor James Dyson o fracasso é um símbolo de realização, porque significa que você tomou um risco, que tentou algo novo.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“Se você só faz o que sabe e faz isso muito, muito bem, as chances são  de que não vai falhar. Você vai estagnar, e seu trabalho vai ficar cada  vez menos interessante, e isso é fracasso pela erosão. ”</strong>
			</div>
		</div>
	
<p><div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Perguntando algo como : “Me dê um exemplo de uma situação onde você acha  que correu riscos ou tomou um assumiu um ponto de vista controvertido.”  Ou, para uma uma abordagem inversa, você pode perguntar se há alguma  coisa o candidato lamenta não ter feito em seu trabalho anterior. As  pessoas costumam lamentar as coisas que elas não fizeram muito mais do  que as que elas fizeram. Assim, o arrependimento e o assumir riscos  funcionam normalmente na proporção inversa um ao outro.</div>
				</div><br />
tradução livre do artigo “<a title="The Top 5 Qualities of Productive Creatives (And How to Identify Them!)" href="http://the99percent.com/tips/6736/the-top-5-qualities-of-productive-creatives-and-how-to-identify-them?utm_source=Triggermail&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=ALL&amp;utm_campaign=MIH+Aug+10" target="_self">The Top 5 Qualities of Productive Creatives (And How to Identify Them!)</a>” de Jocelyn K. Glei</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Inova%C3%A7%C3%A3o+e+lideran%C3%A7a+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1399" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Inova%C3%A7%C3%A3o+e+lideran%C3%A7a+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1399" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosnahr.com.br/criatividade-e-lideranca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Processo Criativo e Projetual</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/curso-criatividade/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/curso-criatividade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 11:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosnahr.com.br/?p=289</guid>
		<description><![CDATA[curso: Criatividade &#124; Processo criativo e projetual

Potenciamento da capacidade intelectual e criativa
Em projetos gráficos, sinalização, embalagem e artefatos.
10, 17 e 24 de janeiro de 2009
Ministrantes:
Prof Luiz Vidal Gomes, BDI, PhD.
Profa Ligia Medeiros, BDI, Dr.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Criatividade - Processo criativo e projetual</h3>
<div>Potenciamento da capacidade intelectual e criativa</div>
<div>Em projetos gráficos, sinalização, embalagem e artefatos.</div>
<div><strong>10, 17 e 24 de janeiro de 2009</strong></div>
<div>Carga horária</div>
<div>15 horas de teoria + prática (3 Módulos de 5 horas/aula)</div>
<div>das 9 às 14 três sábados.</div>
<div>Ministrantes:</div>
<div>Prof Luiz Vidal Gomes, BDI, PhD.</div>
<div>Profa Ligia Medeiros, BDI, Dr.</div>
<div>Ementa</div>
<div>Processo de criação associado ao processo de projetação; Características do profissional criativo; Técnicas de geração e avaliação de alternativas; Projeto experimental com criatividade assistida. Método tutorial de projeto.</div>
<div>Investimento</div>
<div>R$ 350,00</div>
<div>Forma de pagamento</div>
<div>depósito bancário Banco  ITAU agência 0579</div>
<div>Conta corrente 42614–9 sCHDs Editora Ltda.</div>
<div>CNPJ  04.849.324/0001–50</div>
<div>Reserva de vaga</div>
<div>Para obter maiores informações, entre em contato pelo endereço eletrônico ou schdseditora@gmail.com ou</div>
<div>editora@schds.com.br.</div>
<div>–</div>
<div>sCHDs Editora Ltda</div>
<div>Cursos, livros e clínicas sobre Desenho e Design</div>
<div>Rua Silva Jardim, 157 sala 503</div>
<div>Auxiliadora,  Porto Alegre</div>
<div>CEP 90450–071   51 32097501</div>
<div>schdseditora@gmail.com</div>
<div>editora@schds.com.br</div>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Processo+Criativo+e+Projetual+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D289" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Processo+Criativo+e+Projetual+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D289" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosnahr.com.br/curso-criatividade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hierarquia das Necessidades no Design</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/hierarquia-das-necessidades-no-design/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/hierarquia-das-necessidades-no-design/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 19:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[maslow]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[wud-rs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosnahr.com.br/hierarquia-das-necessidades-no-design/</guid>
		<description><![CDATA[Para o design ter sucesso ele deve primeiro atender as necessidades básicas das pessoas antes de tentar satisfazer necessidades de níveis mais altos. Os cinco elementos chave na hierarquia das necessidades no design são os seguintes (seguindo o padrão de Maslow) FUNCIONALIDADE (fisiologia): significa atender os requisitos mais básicos do design. Exemplo: um aparelho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: normal;">Para o design ter sucesso ele deve primeiro atender as necessidades básicas das pessoas antes de tentar satisfazer necessidades de níveis mais altos.</span></h2>
<p>Os cinco elementos chave na hierarquia das necessidades no design são os seguintes (seguindo o padrão de Maslow)</p>
<div class='one_half'>
					<ol><strong>Maslow</strong>: </p>
<li>Fisiológicas</li>
<li>Segurança</li>
<li>Relacionamento</li>
<li>Estima/Status</li>
<li>Realização pessoal</li>
</ol>
				</div>
<div class='one_half last'>
					<ol><strong>Design</strong>: </p>
<li>Funcionalidade</li>
<li>Confiabilidade</li>
<li>Usabilidade</li>
<li>Proficiência</li>
<li>Criatividade</li>
</ol>
				</div><div class='clear'></div>

		<div class='et_quote quote-center'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>Os cinco ele­men­tos chave na hie­rar­quia das neces­si­da­des no design</strong>
			</div>
		</div>
	
<p><strong>FUNCIONALIDADE</strong> (fisiologia): significa atender os requisitos mais básicos do design. Exemplo: um aparelho de DVD deve, pelo menos, ser capaz de gravar e reproduzir vídeos.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é muito baixo</span>.</p>
<p><strong>ESTABILIDADE</strong> (Segurança): significa estabelecer uma performance estável e consistente. Exemplo: um aparelho de DVD deve reproduzir vídeos com qualidade e o mecanismo (software/hardware) não deve apresentar defeitos.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é baixo</span>.</p>
<p><strong>USABILIDADE</strong> (relacionamento): significa disponibilizar uma interface simples, fácil de ser usada e que perdoe erros do usuário. Exemplo: programar um aparelho de DVD para começar a gravar um filme a uma determinada hora deve ser fácil e o sistema deve ser tolerante em relação a erros cometidos pelo usuário.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é moderado</span>.</p>
<p><strong>PROFICIÊNCIA</strong> (estima): significa disponibilizar recursos para melhorar o modo como os usuários fazem as coisas. Exemplo: um aparelho de DVD que consiga pesquisar e gravar programas baseado em palavras chave escolhidas pelo usuário.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é alto</span>.</p>
<p><strong>CRIATIVIDADE</strong> (realização pessoal): é o nível na hierarquia onde todas as necessidades foram atendidas e onde as pessoas começam a interagir com o design de formas inovadoras. O design passa a ser usado para criar e explorar áreas que estendam a experiência do usuário.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Valor agregado pelo design </span><span style="text-decoration: underline;">é muito alto</span>.</p>
<p>De acordo com a teoria de Maslow, as necessidades fisiológicas, as necessidades de segurança e algumas das necessidades sociais (funcionalidade, confiabilidade e usabilidade se aplicado ao design) são fatores de desmotivação. A Teoria de Maslow diz que a satisfação destas necessidades é básica; já a ausência da satisfação destas necessidades não motiva ninguém, pelo contrário, desmotiva.</p>
<p>Já as necessidades sociais, as necessidades de “status” e de estima e as necessidades de auto-realização são fortes fatores motivacionais, ou seja, na ausência dessas necessidades satisfeitas as pessoas batalham para tê-las satisfeitas, motiva as pessoas a alcançar a satisfação destas necessidades.</p>
<p>Quando se fala em design agregando valor a algum produto, serviço, interface, é preciso ter a clareza que ele terá o efeito desejado quando passar a atender os níveis mais altos da pirâmide (proficiência e criatividade). Mas até chegar a estes níveis, os primeiros devem necessariamente ser atendidos.</p>
<p>este material faz parte de minha palestra no WUD (World Usability Day, edição do Rio Grande do Sul)</p>
<!-- SlideShare error: no arguments -->
<p><strong>links relacionados:</strong><br />
<a title="Dia Mundial da Usabilidade (World Usability Day) 2007 - Rio Grande do Sul" href="http://www.wud-rs.com.br" target="_blank">WUD-RS<br />
</a><a title="slides da oficina" href="http://www.slideshare.net/wudrs/usabilidade-e-estilos-de-aprendizado/" target="_blank">oficina “Usabilidade e Estilos de Aprendizagem“</a><br />
<a title="No topo da pirâmide" href="http://www.juonline.com.br/especial_materia.asp?q_CodEditoria=16&amp;q_CodMateria=6329" target="_blank">Notícia no JU</a></p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Hierarquia+das+Necessidades+no+Design+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D23" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Hierarquia+das+Necessidades+no+Design+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D23" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosnahr.com.br/hierarquia-das-necessidades-no-design/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Design para pensar vs. o excesso de informação</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/design-para-pensar-vs-o-excesso-de-informacao/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/design-para-pensar-vs-o-excesso-de-informacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 12:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcosnahr.com.br/design-para-pensar-vs-o-excesso-de-informacao/</guid>
		<description><![CDATA[0 webdesign precisa se revitalizar para ser potencialmente criativo. Suspeito, entretanto, que (Funes) não era muito capaz de pensar. Pensar é esquecer diferenças, é generalizar, abstrair.? (Funes, o Memorioso, Ficções, Jorge Luis Borges). Recentemente, lendo um livro sobre memória me deparei com um comentário sobre o conto Funes, O Memorioso, de Jorge Luis Borges. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>0 webdesign precisa se revitalizar para ser potencialmente criativo.</h3>
<p><em>Suspeito, entretanto, que (Funes) não era muito capaz de pensar. Pensar é esquecer diferenças, é generalizar, abstrair.</em>? (Funes, o Memorioso, Ficções, Jorge Luis Borges).</p>
<p>Recentemente, lendo um livro sobre memória me deparei com um comentário sobre o conto Funes, O Memorioso, de Jorge Luis Borges.</p>
<blockquote><p>A quantidade de detalhes e o excesso de informação dos sites atuais sufocam os usuários.</p></blockquote>
<p>Neste conto Borges descreve um personagem, Irineu Funes, que a partir de um certo momento da vida passa a contar com uma memória perfeita, ou seja, tem a capacidade de lembrar absolutamente tudo. Consegue captar os pormenores de tudo que vivencia, sendo capaz de relembrar todos os detalhes, por mais insignificantes que possam parecer. Podia relembrar nos mínimos detalhes um dia inteiro de sua vida, mesmo que para isto levasse outro dia inteiro, até o último segundo.</p>
<p>No entanto o que me chamou a atenção em Funes não foi sua maravilhosa capacidade de memorizar, mas sim sua ?incapacidade de esquecer?.</p>
<p>?<em>Para pensarmos precisamos necessariamente generalizar, e para tal é necessário esquecer?.</em> (A Memória de Borges, Virgílio Fernandes Almeida).</p>
<p>Trazendo este relato para o mundo do design, nos damos conta de que a internet está cada vez mais parecida com Funes. A quantidade de detalhes e o excesso de informação dos sites atuais sufocam os usuários. A maioria dos sites atuais oprime e confunde, tornando as informações descontínuas e fragmentadas.</p>
<p>?<em>Suspeito, contudo, que (Funes) não era capaz de pensar… No mundo abarrotado de Funes não havia senão detalhes…</em>? (Funes, o Memorioso, Ficções, Jorge Luis Borges).</p>
<p>Os webdesigners precisam se dar conta de que não precisam ?mostrar tudo? para os usuários, abarrotá–los de informações e detalhes, já que estes serão esquecidos com a mesma facilidade com a qual foram percebidos.</p>
<p>?… <em>(o homem) acaba por arrastar consigo, por toda a parte, uma quantidade descomunal de pedras indigestas de saber, que ainda, ocasionalmente, roncam na barriga</em>…?<br />
(Considerações Extemporâneas, Nietzsche)</p>
<p>A memória do homem é naturalmente seletiva. Os seres humanos possuem uma capacidade incrível de ver o mundo, completamente diferente do modo com o qual Funes o fazia. Temos até a capacidade de olharmos em alguma direção e ver o que não está lá.</p>
<p>Nada se assemelha mais ao pensamento humano do que o hiperlink. Nele, contrariamente do modelo cumulativo de Funes, apenas conectamos, cruzamos, escorregamos, navegamos.</p>
<p>O webdesign precisa se revitalizar neste sentido, ser potencialmente criativo, envolto num véu de mistério, de vitalidade, de força, de ilusão necessária, de cegueira, de parcialidade.</p>
<p><strong>O webdesign precisa voltar a fazer o usuário pensar! </strong></p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Design+para+pensar+vs.+o+excesso+de+informa%C3%A7%C3%A3o+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D8" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Design+para+pensar+vs.+o+excesso+de+informa%C3%A7%C3%A3o+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D8" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcosnahr.com.br/design-para-pensar-vs-o-excesso-de-informacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

