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	<title>marcos nahr, falando sobre design &#187; artigos</title>
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	<description>falando sobre design, tecnologia e o mundo web</description>
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		<title>UX e percepção</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 18:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[user experience]]></category>
		<category><![CDATA[visão]]></category>

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		<description><![CDATA[As ilusões são provocadas pelo descompasso entre realidade física e percepção. Para complicar ainda mais esta definição, a própria percepção é na verdade flexível e reflete o estado psicológico de cada um. Isso equivale a dizer que se você estiver cansado, fraco, assustado ou sobrecarregado, sua avaliação em relação a quanto é de fato ingreme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As ilusões são provocadas pelo descompasso entre realidade física e percepção. Para complicar ainda mais esta definição, a própria percepção é na verdade flexível e reflete o estado psicológico de cada um. Isso equivale a dizer que se você estiver cansado, fraco, assustado ou sobrecarregado, sua avaliação em relação a quanto é de fato ingreme uma subida, como exemplo, será consideravelmente modificada — mesmo que os olhos mostrem uma pequena inclinação, prevalecerá a impressão de que o esforço necessário para cumprir o trajeto é maior.</p>
<p> </p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>além dos aspectos de usabilidade e funcionalidade, a experiência é baseada na percepção dos usuários e esta, nós profissionais que trabalhamos na área de UX, não controlamos!</strong>
			</div>
		</div>
	
<p> </p>
<p>É assim que funcionamos e por isto a importância de se estudar, entender e endereçar o aspecto “experiência do usuário”, pois além dos aspectos de usabilidade e funcionalidade, a experiência é baseada na percepção dos usuários e esta, nós profissionais que trabalhamos na área de UX, não controlamos!</p>
<p>Quando observamos uma ilustração ou mesmo uma obra de arte, inúmeros “eventos neurais” eclodem em nossa cabeça — e essa experiência subjetiva mediada pelos <a title="5 sentidos e experiência do usuário" href="http://www.marcosnahr.com.br/a-experiencia-do-usuario-e-os-5-sentidos/" target="_blank">sentidos</a> pode trazer equívocos sensoriais — e consequentemente cognitivos. Por isso vemos cores e imagens “inexistentes” (ou deixamos de ver coisas que estão à nossa frente). Uma das ilusões mais frequentes é a do contorno ilusório: percebemos uma figura somente porque nosso cérebro atribui uma forma a um campo de dados muito esparso.</p>
<p> </p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>Uma das ilusões mais frequentes é a do contorno ilusório: percebemos uma figura somente porque nosso cérebro atribui uma forma a um campo de dados muito esparso</strong>
			</div>
		</div>
	
<p> </p>
<p>Esses contornos são processados em neurônios dentro de uma área do cérebro chamada V2, que é dedicada à <a title="Visão pensante" href="http://www.marcosnahr.com.br/visao-pensante/" target="_blank">visão</a>. O mais curioso é que boa parte de nossa experiência cotidiana é formada por efeitos análogos de preenchimento de espaços vazios, pois aproveitamos o que conhecemos do mundo para imaginar o que não conhecemos. Isso se dá porque o sistema nervoso busca construir objetos completos a partir de percepções visuais mal definidas, daí ser tão fácil vermos rostos e outras figuras em manchas de tinta, em paisagens, nas nuvens e até em fotos de marte, por exemplo.</p>
<p> </p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=UX+e+percep%C3%A7%C3%A3o+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1628" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=UX+e+percep%C3%A7%C3%A3o+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1628" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Inovação e liderança</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/criatividade-e-lideranca/</link>
		<comments>http://www.marcosnahr.com.br/criatividade-e-lideranca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 16:57:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[criatividade e liderança]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista de emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[pró-atividade]]></category>

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		<description><![CDATA[As 5 qualidades das pessoas criativas. Em recente artigo da BusinessWeek, CEOs identificaram a ‘criatividade’ como a competência relacionada à liderança mais importante para as empresas do futuro. Embora este estudo não seja nenhuma surpresa para os profissionais criativos, eles levantam uma questão importante: Como identificar — e contratar — as qualidades que se traduzem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>As 5 qualidades das pessoas criativas.</h3>
<p>Em recente artigo da BusinessWeek, CEOs identificaram a ‘criatividade’ como a competência relacionada à liderança mais importante para as empresas do futuro.</p>
<p>Embora este estudo não seja nenhuma surpresa para os profissionais criativos, eles levantam uma questão importante: Como identificar — e contratar — as qualidades que se traduzem em criatividade?</p>
<p>A noção de “criatividade” não pode ser separada das competências necessárias para a execução criativa. Portanto, a análise das características cruciais para a criatividade centra-se especialmente nas competências que facilitem o processo de colocar as idéias em ação.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>”…a análise das características cruciais para a criatividade centra-se  especialmente nas competências que facilitem o processo de colocar as  idéias em ação.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<p>Abaixo estão destacadas cinco qualidades-chave das pessoas criativas, seguidas de recomendações de como encontrar estas qualidades em potenciais candidatos, colegas de trabalho e colaboradores.</p>
<p> </p>
<h3>1. <strong>As habilidades de comunicação</strong>.</h3>
<p>Como Albert Einstein disse: “<em>Se você não consegue explicar de forma simples, você não entendeu bem o suficiente</em>.” Se você está liderando uma equipe, lidando com clientes, ou trainando um novo membro do time, a capacidade de se comunicar de forma clara e concisa é uma habilidade absolutamente essencial. Devemos todos desenvolver a capacidade para gerenciar de maneira eficaz os nossos canais de comunicação (e-mail, Twitter, Facebook, blogs, etc), para mobilizar as pessoas em torno de nossas idéias.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“<em>Se você não consegue explicar de forma simples, você não entendeu bem o suficiente</em>.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Uma maneira fácil de testar esta capacidade é propor ao candidato que  ele explique uma tarefa simples. Se você fosse contratar um  administrador de sistemas, por exemplo, você poderia perguntar algo  como: “Me explique o processo de criação de um servidor web.” Não  precisa ser uma questão difícil, o objetivo principal neste caso é obter  insights sobre a capacidade do condidato de comunicar com clareza.</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>2. <strong>Pró-atividade</strong>.</h3>
<p>Nós temos a tendência de avaliar os candidatos baseado em suas experiências anteriores. Esta é, naturalmente, a base de um currículo. A experiência de trabalho dos candidatos é realmente valiosa, mas não é suficiente. Um melhor indicador da criatividade produtiva é a própria vontade de agir, de tomar a iniciativa, de colocar uma idéia em prática.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“<em>Aqueles que tomam a iniciativa possuem tenacidade e um nível saudável de impaciência em relação à ociosidade.</em>”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Informe-se sobre exemplos de quando ou se o candidato foi pró-ativo.  Peça que ele explique como e por que começou a participar de um clube,  revista ou porque gosta de determinada série de TV ou dos filmes  listados em seu currículo. Você também pode descobrir o potencial futuro  de tomar iniciativa ao fazer perguntas como: “Se eu colocá-lo neste  cargo na empresa, hoje, o que fará de diferente?” ou “Quais aspectos  deste produto você mudaria (ou processo de vendas, ou website, etc), se  você tivesse a chance?”</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>3. <strong>Resolução de problemas</strong>.</h3>
<p>“Thinking outside of the box” nada mais é do que a resolução criativa de problemas — a habilidade de chegar a novas soluções, olhando para além das abordagens tradicionais ou óbvias. “O problema contém a solução.” Os criativos bem-sucedidos não vêem problemas como problemas — eles os vêem como oportunidades.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“O problema contém a solução.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Além de usar o clássico teste de Karl Duncker (<a title="Candle Task by Karl Duncker" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Candle_Problem" target="_blank">Candle task</a>)  para testar as habilidades de resolução de problema, existem outras   opções. Ao entrevistar candidatos para a sua equipe criativa, não se  concentre em questões de liderança! Em vez disso, faça perguntas que  enfatizam áreas menos óbvias, e ofereça uma visão que force o candidato a  pensar. Para um candidato a uma posição de Gerente Mídias Sociais, uma  boa pergunta seria: “Como você lida com um cliente enfurecido que não  vai parar de postar comentários negativos?”</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>4. <strong>Curiosidade</strong>.</h3>
<p>“Julgue um homem pelas suas perguntas, não pelas suas respostas.” disse o filósofo francês Voltaire. Como todos que já tiveram um momento “Eureka!” sabem, ousar fazer uma nova pergunta faz com que se chegue muito mais próximos da solução certa. Além do mais, um elevado nível de curiosidade normalmente é indicativo de outras boas qualidades, tais como a criatividade, desenvoltura e coragem. A curiosidade também tende a afastar o tédio e apatia — sentimentos estes que envenenam todo o esforço criativo.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“Julgue um homem pelas suas perguntas, não pelas suas respostas</strong><strong>.”</strong>
			</div>
		</div>
	
<div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'> Ao entrevistar um potencial candidato, observe quantas perguntas  espontâneas ele faz, e o quanto ele já aprendeu sobre a sua empresa.  Você também pode fazer perguntas simples como: “Me fale sobre algo fora  de sua área de especialização que você aprendeu recentemente.” Ou “Qual  foi o último livro que você leu, e por quê?”</div>
				</div>
<p> </p>
<h3>5. <strong>Assumir riscos</strong>.</h3>
<p>Estar aberto a correr riscos (e, portanto, a falhar) é crucial. Só podemos realmente aprender e nos desenvolver quando formos colocados fora de nossas zonas de conforto. De acordo com a coreógrafa Twyla Tharp, “Se você só faz o que sabe e faz isso muito, muito bem, as chances são de que não vai falhar. Você vai estagnar, e seu trabalho vai ficar cada vez menos interessante, e isso é fracasso pela erosão. ” Para o inventor James Dyson o fracasso é um símbolo de realização, porque significa que você tomou um risco, que tentou algo novo.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				<strong>“Se você só faz o que sabe e faz isso muito, muito bem, as chances são  de que não vai falhar. Você vai estagnar, e seu trabalho vai ficar cada  vez menos interessante, e isso é fracasso pela erosão. ”</strong>
			</div>
		</div>
	
<p><div class='et-learn-more clearfix'>
					<h3 class='heading-more'><span>Como testar:</span></h3>
					<div class='learn-more-content'>Perguntando algo como : “Me dê um exemplo de uma situação onde você acha  que correu riscos ou tomou um assumiu um ponto de vista controvertido.”  Ou, para uma uma abordagem inversa, você pode perguntar se há alguma  coisa o candidato lamenta não ter feito em seu trabalho anterior. As  pessoas costumam lamentar as coisas que elas não fizeram muito mais do  que as que elas fizeram. Assim, o arrependimento e o assumir riscos  funcionam normalmente na proporção inversa um ao outro.</div>
				</div><br />
tradução livre do artigo “<a title="The Top 5 Qualities of Productive Creatives (And How to Identify Them!)" href="http://the99percent.com/tips/6736/the-top-5-qualities-of-productive-creatives-and-how-to-identify-them?utm_source=Triggermail&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=ALL&amp;utm_campaign=MIH+Aug+10" target="_self">The Top 5 Qualities of Productive Creatives (And How to Identify Them!)</a>” de Jocelyn K. Glei</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Inova%C3%A7%C3%A3o+e+lideran%C3%A7a+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1399" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Inova%C3%A7%C3%A3o+e+lideran%C3%A7a+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1399" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Priorizando Projetos</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/priorizando-projetos/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 01:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[priorização]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Os recursos financeiros e humanos nunca são ilimitadas. Decidir onde alocá-los é, portanto, mais difícil e mais arriscado, porque uma decisão errada pode ferir de morte uma organização. Os gestores devem, no seu dia-a-dia, tomar rapidamente decisões de alocação de recursos. Ao mesmo tempo, no entanto, devem manter um olho no horizonte e montar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os recursos financeiros e humanos nunca são ilimitadas. Decidir onde alocá-los é, portanto, mais difícil e mais arriscado, porque uma decisão errada pode ferir de morte uma organização.</p>
<p>Os gestores devem, no seu dia-a-dia, tomar rapidamente decisões de alocação de recursos. Ao mesmo tempo, no entanto, devem manter um olho no horizonte e montar a empresa de tal maneira que ela possa ter um sucesso duradouro.</p>
<p>Devido à complexidade e risco em torno destas decisões, o processo de avaliação de projectos deve ser rigoroso e racional. Uma metodologia útil neste processo é a do portfólio ideal de projetos que envolve 5 etapas distintas na sua implantação:</p>
<p><div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>1. Desenvolver critérios de priorização de projetos.</strong></p>
<p>O critério usado para priorizar projetos será determinado pelos objetivos principais da empresa ou departamento.</div></div><br />
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>2. Analisar a capacidade de recursos. </strong></p>
<p>Qual a disponibilidade de equipe, serviços compartilhados, equipamentos e tecnologia?</div></div><br />
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>3. Reunir e organizar informações sobre os projectos em andamento e previstos.</strong></p>
<p>Quantos projetos estão em andamento ou em fase de planejamento? Quanto tempo e recursos cada projeto consume atualmente?</div></div><br />
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>4. Avaliar o portfólio de projetos. </strong></p>
<p>Há projetos que podem ser combinados? Que iniciativas devem receber a luz verde, e o que deve ser arquivado por hora?</div></div><br />
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>5. Implementar um processo de gestão de portfólio de projetos.</strong></p>
<p>Que medidas você pode tomar para fazer uma análise constante das priorizações se torne um processo contínuo?</div></div></p>
<p>Definir as prioridades sobre as iniciativas garante que a organização — seja ela uma gigante multinacional, uma start-up de 25 funcionários ou uma empresa de médio porte — não irá lançar mais iniciativas do que pode realizar com sucesso e garante que as iniciativas lançadas são aquelas que terão o maior impacto.</p>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Priorizando+Projetos+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1454" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=Priorizando+Projetos+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1454" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>User Centred Design</title>
		<link>http://www.marcosnahr.com.br/user-centred-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 17:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Nähr</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[design tools]]></category>
		<category><![CDATA[lifecycle]]></category>
		<category><![CDATA[methods]]></category>
		<category><![CDATA[principles of design]]></category>
		<category><![CDATA[tools]]></category>
		<category><![CDATA[user centred design]]></category>

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		<description><![CDATA[A user centred design process poster This is an information graphic poster illustrating the underlying lifecycle, methods, principles and techniques in a user centred design process where the visual part is only the tip of the iceberg. This project is the result of Pascal Raabe’s work experience at City ID, an information design studio with international [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>A user centred design process poster</h3>
<p>This is an <a title="User Centred Design homepage" href="http://www.paznow.com/ucd/" target="_self">information graphic poster</a> illustrating the underlying lifecycle, methods, principles and techniques in a user centred design process where the visual part is only the tip of the iceberg.</p>
<p>This project is the result of <a title="Pascal Raabe on Linkedin" href="http://www.linkedin.com/in/pascalraabe" target="_self">Pascal Raabe</a>’s work experience at <a title="City ID homepage" href="http://www.cityid.co.uk/" target="_self">City ID</a>, an information design studio with international reputation.</p>
<p>The poster sums up many of the things that Pascal has learnt during his time working with them.</p>

		<div class='et_quote'>
			<div class='et_right_quote'>
				“<strong>The central premise of user centred design is that the best designed products and services result from understanding the needs of the people who will use them.</strong>” —Design Council
			</div>
		</div>
	
<p> </p>
<div class='one_half'>
					It also draws inspiration from practitioners who he admire and from a Digital Media module that he took at the <a title="Zurich University of the Arts homepage" href="http://www.zhdk.ch/" target="_self">Zurich University of the Arts</a> in Switzerland which was taught by visiting lecturer and user experience designer <a title="Eva-Lotta Lamm" href="http://www.evalotta.net/" target="_self">Eva-Lotta Lamm</a>.
				</div>
<div class='one_half last'>
					<div>
<h3>Get your copy</h3>
<p><a href="http://paznow.s3.amazonaws.com/User-Centred-Design.pdf" target="_blank"><img src="http://www.paznow.com/ucd/images/ucd-mini.png" alt="ucd-mini" /></a></p>
</div>
				</div><div class='clear'></div>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=User+Centred+Design+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1412" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.marcosnahr.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/en/twitter/tt-twitter.png" alt="Post to Twitter" /></a> <a class="tt" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=User+Centred+Design+http%3A%2F%2Fmarcosnahr.com.br%2F%3Fp%3D1412" title="Post to Twitter">Tweet This Post</a></p></div>]]></content:encoded>
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